terça-feira, 16 de junho de 2009

If you give up... They give up ...

POrque está na altura de fazermos algo para tentar salvar o que ainda resta ...
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quinta-feira, 11 de junho de 2009

Complicado Junho ...

Junho ... Um dos piores meses para os estudantes da ESTeSL, trabalhos, frequências e mais frequências.

Apesar de tudo um dos meses mais compensadores para a nossa Tuninha.

E porque ser uma Tuna não se resume aos festivais, decidimos abraçar o nosso lado mais humanitário e arregaçámos as mangas.

Assim sendo, depois do II Lisboa Menina e Moça afinámos os instrumentos e no dia 6 actuámos para um público um pouco diferente do habitual. Metemo-nos nos nossos pópós, e lá fomos rumo a Chelas. E depois de andarmos às voltinhas conseguimos, por fim, encontrar a Igreja de Santa Clara. Depois do rancho Foclórico de Ponte de Lima subimos ao palco e demos o nosso melhor para todos os membros do Centro Paroquial, que nos aplaudiram com um sorriso no rosto apesar do nosso reduzido número de elementos em palco.

Quatro dias depois, aceitamos o desafio e fomos actuar na Sociedade Musical Ordem e Progresso. Desta vez para um público ainda mais particular do que o habitual e provavelmente com um ouvido para a música mais apurado do que o normal.
O convite foi-nos feito pelo Grupo Cénico Maria Luzia Esteves constituido por deficientes visuais. Passados uns minutos às voltinhas pela Lapa sempre guiadas pelo nosso fiel Joaquim, o nosso GPS de estimação, lá encontramos a Rua do Conde nº 77.

Depois da estreia da Moura Guedes nessa bela arte complicada que é a de apresentar uma tuna, e de duas anedotas, enfim, no mínimo surpreendentes, e depois de algumas falsas partidas na actuação foi gratificante ouvir as palavras positivas e encorajadoras dos nossos anfitriões.
Saímos de lá certamente pessoas mais ricas a nível pessoal e provavelmente um pouco mais pensativas que o normal.
Quantas vezes nos queixamos dos nossos problemas fúteis em vez de simplesmente agradecermos pelo simples facto de podermos ir ao cais olhar o Tejo e o azul do céu, ou pelo simples facto de passarmos uma tarde refasteladas no sofá a ver televisão ou ao computador a fazer coisas inúteis para a sociedade. Momentos destes ajudam-nos a dar mais significado à vida e valor aquilo que temos.

E pronto, depois disto voltamos para casa e enfiámos a cabeça nos livros para as frequências, que não perdoam pobres estudantes como nós, e que por vezes não vão nas nossas cantigas de embalar.